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Sunday, April 18, 2010
Wednesday, April 07, 2010
RESUME

Saturday, March 27, 2010
Tentando matar as saudades...Dói, Dói

Saudades
Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
eu sinto saudades...
Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...
Sinto saudades da minha infância,
do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser...
Sinto saudades do presente,
que não aproveitei de todo,
lembrando do passado
e apostando no futuro...
Sinto saudades do futuro,
que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...
Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!
De quem disse que viria
e nem apareceu;
de quem apareceu correndo,
sem me conhecer direito,
de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.
Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!
Daqueles que não tiveram
como me dizer adeus;
de gente que passou na calçada contrária da minha vida
e que só enxerguei de vislumbre!
Sinto saudades de coisas que tive
e de outras que não tive
mas quis muito ter!
Sinto saudades de coisas
que nem sei se existiram.
Sinto saudades de coisas sérias,
de coisas hilariantes,
de casos, de experiências...
Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia
e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!
Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!
Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar,
Sinto saudades das coisas que vivi
e das que deixei passar,
sem curtir na totalidade.
Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que...
não sei onde...
para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi...
Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades
Em japonês, em russo,
em italiano, em inglês...
mas que minha saudade,
por eu ter nascido no Brasil,
só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota.
Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria,
espontaneamente quando
estamos desesperados...
para contar dinheiro... fazer amor...
declarar sentimentos fortes...
seja lá em que lugar do mundo estejamos.
Eu acredito que um simples
"I miss you"
ou seja lá
como possamos traduzir saudade em outra língua,
nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha.
Talvez não exprima corretamente
a imensa falta
que sentimos de coisas
ou pessoas queridas.
E é por isso que eu tenho mais saudades...
Porque encontrei uma palavra
para usar todas as vezes
em que sinto este aperto no peito,
meio nostálgico, meio gostoso,
mas que funciona melhor
do que um sinal vital
quando se quer falar de vida
e de sentimentos.
Ela é a prova inequívoca
de que somos sensíveis!
De que amamos muito
o que tivemos
e lamentamos as coisas boas
que perdemos ao longo da nossa existência...
Amor e luz, sempre,
Beijos,
Gwen
Namastê!
Saturday, December 12, 2009
DIVERSOS, EM TEMPO DE NATAL


Wednesday, October 14, 2009
SARASOTA

Tuesday, August 18, 2009
BOA MÚSICA PARA TOCAR OS CORAÇÕES EM BOCA RATON/FLORIDA
Sunday, July 19, 2009
KLEBER OLIVEIRA em reportagem de LUDUVICE JOSÉ NO: www.gazetanew.com.br

Esta matéria completa de autoria de LUDUVICE JOSÉ, você encontra no link:
Aracaju, Saturday, July 18, 2009
KLEBER FORROZEIRO NO USA
A amiga Gwendolyn Thompson, residindo nos Estados Unidos, respira música. Quando não é através do canto ou correndo atrás dos sonhos, divulga colegas. Ela nos falou muito do cantor Kleber, forrozeiro, inclusive reportando a sua vinda a Aracaju durante os festejos juninos. Não deu, pois o cantor lotou agenda em Pernambuco, em shows com Irah Caldeira, uma espécie de musa do forró na terra de Capiba. Gwendolyn relata que o sucesso foi tanto, que já surgiu uma parceria com Irah Caldeira para a produção do próximo CD do Kleber, e o produtor lá em Recife, Júnior, muito competente, que já está preparando tudo. Gwendolyn assevera que o Kleber, faz um forró de primeira qualidade, com um visual moderno, acontecendo nos Estados Unidos aqui, fazendo a diferença, com total harmonia. "O Kleber vai à Aracaju e eu estarei nesse intercâmbio, como uma ponte Recife/Aracaju/USA, visando também trazer sergipanos para a Terra do Tio Sam, assim que eu estiver com o meu espaço firmado, e é para isso que estou trabalhando, concluiu."
Tuesday, June 23, 2009
ENTREGA
Sunday, January 04, 2009
A MÚSICA, O CANTO, A VOZ, A VIDA!

Nietzsche
Monday, October 27, 2008
RELEASE ( www.myspace.com/gwenmay)
Dindi- Tom Jobim
Woman - John Lennon
Can't take my eyes off you - B. Crewe & B. Gaudio
Participação especial com o Grupo "Agua Viva" em outubro de 2006 :
Concerto com a Orquestra Sinfônica de Sergipe, em 29.11.2006
Em casa com o violão, em fevereiro de 2007
Show "Intimo" , no Teimonde, em março de 2007
Show no Memorial da América Latina em São Paulo – 1994
Show Doce Intrepidez, em agosto de 1994
Apresentação em programa de televisão em 1993
Apresentação em programa de televisão em 1993
Gwendolyn Thompson nasceu 26/01/1952, em Salvador/Ba/Brasil, e começou sua incursão musical aos cinco anos de idade, cantando “Agora é cinzas”,e surpreendeu a todos pois cantava com uma afinação e ritmo impressionantes para uma criança daquela idade. Herança genética...? educação...? O certo é que Gwendolyn Thompson convive desde cedo com a arte de combinar os sons. Seus avós paternos eram músicos , e seu pai, percebendo os dotes de sua filha, matriculou-a numa escola de música, onde após algumas tentativas com alguns instrumentos, resolveu fixar-se no canto, já na adolescência. Aos 18 anos, quando casou, abandonou os estudos musicais, e só voltou aos 34 anos, por volta de 1986, com o Grupo Cataluzes, como backing vocal, e depois, em 1988, de uma forma bem despretensiosa, cantando em bares, juntamente com amigos que, em 1991, integraram o Grupo Memórias, que fez bastante sucesso com um repertório anos 60. Era então bancária por 17 anos, e não viu outra alternativa senão a de exercer paralelamente a atividade musical.. Por alguns meses, neste período deixou o grupo Memórias para integrar o Grupo Aquárius, hoje Água Viva. Em 1994 foi selecionada para o Projeto BANCO DE TALENTOS, da FEBRABAN, que reunia artistas bancários. A seleção dos músicos foi feita pelos maestros; Klaus Petersen, Julio Medalha e Nelson Ayres que dirigiu a apresentação,no MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA em São Paulo, e a gravação do CD do Projeto, com a música “Love of my life”, lançado no ano seguinte, também no mesmo Memorial. Em 1996, vendo-se e reconhecendo-se mais como intérprete do que bancária, aderiu ao programa de demissão voluntária para dedicar-se exclusivamente à musica, sua real vocação. Nesse mesmo ano apresentou-se no Bar Canoas do HOTEL MERIDIEN, em Salvador, com o show “Novo Tempo”.Em 1997 participou do projeto 6 e meia, abrindo o show do cantor Flávio Venturini no Teatro Atheneu e iniciou a gravação do seu CD “LEOA”, pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, e o concluiu em 2003, voltando então para Aracaju para seu lançamento, depois de 5 anos de ausência, pois exerceu sua atividade musical em Salvador e Maceió no período compreendido entre 1999 e 2003. Em Salvador fez vários shows do PROJETO PELOURINHO DIA E NOITE. O lançamento do CD, em Aracaju, ocorreu em julho de 2004, e teve todas as cópias vendidas. Nos últimos fez vários shows em Aracaju, com a Orquestra Sinfônica do Estado de Sergipe, Big Band "Sergipe Jazz", Grupo "Agua Viva", Projeto "MPB Petrobrás" e em vários bares e casas de shows de Aracaju e em todo o Estado de Sergipe. É uma brilhante intérprete e canta em varios idiomas, nos estilos de bossa nova e samba, rock clássico, pop baladas, blues, jazz e outros. De todos estes estilos, sua melhor performance é em bossa nova, jazz e blues.
Wednesday, October 08, 2008
GRANDE EVENTO
Estou aqui rápidamente, em meio à correria, para anunciar a minha estréa oficial em solo americano, porque extra oficialmente já estou trabalhando há algum tempo.
O Evento é o Concurso Miss Brasil/USA, aqui em Deerfield Beach, Florida, no Royal Fiesta, no próximo sábado dia 11 de outubro, às 20:00hs, e farei uma participação especial no show do cantor brasileiro Gilbert.
Depois disso estarei aqui para contar mais sobre este show.
Saturday, August 30, 2008
NOVA VIDA, NOVAS EXPERIÊNCIAS


Esta estadia aqui está sendo uma oportunidade de descanso, e vivências e passeios realmente muito interessantes. E aqui estão algumas das fotos que tive oportunidade de obter, onde vocês poderão nos ver: Barbara, Joe, Phil LoGrande, (violonista e guitarrista), e eu, em diversos interessantes pontos turísticos.
Então.... Segundo a minha própria composição, "O Coração é o guia":
"E todo este meu jeito de viver e de sentir,
é a força que eu encontro na alegria de seguir,
a cantar, a sorrir, a amar e descobrir
o gosto de levar o meu encanto por aí"
Amor e Luz sempre!
GWEN
Namastê!
Wednesday, August 13, 2008
ORLANDO...AQUI VOU EU!!!!
Wednesday, June 25, 2008
A PESSOA CERTA PARA O PÚBLICO CERTO.

Sim, esta a capacidade de "encantamento sem estímulo prévio" do qual Martha Medeiros fala logo mais abaixo, que deveríamos ter, para podermos avaliar com critérios justos todas as formas de arte. E então não só bastam talento e esforços em nome de um aprimoramento de tecnica, inspiração e dedicação, e energia de amor, no que fazemos? Infelizmente o que acontece é que somos levados a acolher e escolher aquilo que a mídia e a imprensa de uma forma geral aclama, o que tem já consagração e reconhecimento público, como é ilustrado abaixo neste texto que ora transcrevo.
texto de Martha Medeiros
O jornal Washington Post convidou um dos maiores violinistas do mundo, Joshua Bell, para tocar numa estação de metrô da capital americana, a fim de testar a reação dos transeuntes.
Desafio aceito, lá foi Bell, de jeans e camiseta, às oito da manhã, o horário mais movimentado da estação, para tocar no seu Stradivárius de 1.713 (avaliado em mais de US$ 3 milhões), melodias de Bach e Shubert.
Passaram por êle 1.097 pessoas; sete pararam alguns minutos para ouví-lo. 27 largaram lá algumas moedas, e uma única mulher o reconheceu, porque havia estado em um dos seus concertos, cujo valor médio do ingresso é de US$ 100.
Todos os outros usuários do metrô estavam com pressa demais para perceber que ali, a dois metros de distância, tocava um instrumentista clássico, respeitado internacionalmente.
Não me surpreende.
Vasos da dinastia Ching, de valor incalculável, seriam considerados quinquilharias, se misturados à quaisquer outros numa feira de artesanato ao ar livre.
Uma jóia rara correria o risco de ser ignorada se fosse exposta numa lojinha de bijuterias, e ninguém pagaria mais de R$ 40 por uma escultura do mestre Aleijadinho, que estivesse misturada a anjos de gêsso vendidos na beira da estrada.
Desinformados, raramente conseguimos destacar o raro do medíocre.
Esta história do violinista demonstra que não estamos preparados para a beleza pura: é preciso um mínimo de conhecimento para valorizá-la. E demonstra também que temos sido treinados para gostar do que todo mundo conhece.
Se uma atriz é muito comentada, se uma peça é muito badalada, se uma música é muito tocada no rádio, estabelece-se que elas são um sucesso e ninguém questiona. São consumidas mais pela insistência do que pela competência, enquanto que competentes holofotes passam despercebidos.
Gostaria muito de ter circulado pela estação de metrô, em que tocava Joshua Bell. Não por admirá-lo: prá ser franca, nunca ouvi falar desse cara. O que eu queria era testar minha capacidade de encantamento, sem estímulo prévio. Se ainda consigo destacar o raro sem que ninguém o anuncie. Tenho a impressão de que eu pararia para escutá-lo, mas talvez eu esteja sendo otimista. Vai ver eu também passaria apressada, sem me dar conta do tamanho do meu atraso.

