No sábado, dia o4/12, estive lá no "Cork", Saint Armand Circle, mais bonito ainda com a decoração natalina, aqui em Sarasota, para ver "SAMPA JAZZ QUARTET", integrado pelo meu amigo e grande pianista Régis Moreira (único brasileiro do grupo). O quarteto faz um lindo trabalho instrumental que você pode conferir nestes links do youtube:
E, mesmo sem microfone, não resisti ao convite do Régis, sentei-me ao seu lado, ao piano, e cantei com um prazer enorme, ao som dos acordes de um mestre que, dentre inúmeras maravilhas que fez ao longo da sua carreira de músico, acompanhou a fenomenal Elis Regina, no "Fino da Bossa". O meu amigo e jornalista, Luduvice José, fez um registro, em sua coluna:
Tivemos oportunidade de fazer uma apresentação numa festa privada no dia 7/11, mas não consegui as fotos tiradas naquela ocasião. Mas lá no Cork, as lentes da fotógrafa Marisa Barbosa registraram o momento, como você vê nas fotos acima.
Agora, falando sobre o Natal, nesta época do ano, algo que se sente mas não nos é visível, paira no ar, a energia do chamado "espírito natalino", e me trouxe à lembrança este conto, que encontrei no "Paulo Coelho's blog", muito interessante, que nos convida à uma reflexão relacionada aos nossos paradigmas. Assim, desejo que os seus "presentes invisíveis" lhe façam muito feliz.
Conta uma lenda medieval que no país que hoje conhecemos como Áustria, a família Burkhard – composta de um homem, uma mulher, e um menino – costumavam animar as feiras de natal recitando poesias, cantando baladas de antigos trovadores, e fazendo malabarismos para divertir as pessoas. Evidente que nunca sobrava dinheiro para comprar presentes, mas o homem sempre dizia a seu filho:
- Você sabe por que a sacola de Papai Noel não se esvazia nunca, embora haja tantas crianças neste mundo? Porque embora ela esteja cheia de brinquedos, às vezes existem coisas mais importantes para serem entregues, os chamados “presentes invisíveis”. Em um lar dividido, ele procura trazer harmonia e paz na noite mais santa da cristandade. Onde falta amor, ele deposita uma semente de fé no coração das crianças. Onde o futuro parece negro e incerto, ele traz esperança. No nosso caso, quando Papai Noel vem nos visitar, no dia seguinte estamos todos contentes de continuarmos vivos e fazendo nosso trabalho, que é de alegrar as pessoas. Jamais esqueça isso.
O tempo passou, o menino transformou-se em rapaz, e certo dia a família passou diante da imponente abadia de Melk, que acabara de ser construída.
- Meu pai, lembra-se que há muitos anos você me contou a história de Papai Noel e seus presentes invisíveis? Penso que certa vez recebi um destes presentes: a vocação de tornar-me padre. O senhor se incomodaria se eu agora desse meu primeiro passo em direção ao que sempre sonhei?
Embora precisassem muito da companhia do filho, a família entendeu e respeitou o desejo do filho. Bateram na porta do convento, foram acolhidos com generosidade e amor pelos monges, que aceitaram o jovem Buckhard como noviço.
Chegou a véspera do natal. E justamente naquele dia, um milagre especial aconteceu em Melk: Nossa Senhora, levando o menino Jesus nos braços, resolveu descer à Terra para visitar o mosteiro.
Orgulhosos, todos os padres fizeram uma grande fila, e cada um postava-se diante da Virgem, procurando homenagear a Mãe e o Filho. Um deles mostrou as lindas pinturas que decoravam o local, outro levou um exemplar de uma Bíblia que havia demorado cem anos para ser manuscrita e ilustrada, um terceiro disse o nome de todos os santos.
No último lugar da fila o jovem Buckhard aguardava ansioso. Seus pais eram pessoas simples, e tudo que lhe haviam ensinado era atirar bolas para cima e fazer alguns malabarismos.
Quando chegou sua vez, os outros padres quiseram encerrar as homenagens, porque o antigo malabarista não tinha nada de importante para dizer, e podia desmoralizar a imagem do convento. Entretanto, no fundo do seu coração, também ele sentia uma imensa necessidade de dar alguma coisa de si para Jesus e a Virgem.
Envergonhado, sentindo o olhar reprovador dos seus irmãos, ele tirou algumas laranjas do bolso e começou a jogá-las para cima e segurá-las com as mãos, criando um belo círculo no ar, igual ao que costumava fazer quando ele e sua família caminhavam pelas feiras da região.
Foi só neste instante que o Menino Jesus começou a bater palmas de alegria no colo de Nossa Senhora. E foi para ele que a Virgem estendeu os braços, deixando que segurasse um pouco a criança, que não parava de sorrir.
A lenda termina dizendo que, por causa deste milagre a cada duzentos anos um novo Buckhard bate na porta de Melk, é aceito, e enquanto está ali é capaz de alegrar o coração de todos que o conhecem.
Foto da apresentação no Longboat Key Club & Resort em 09.10.2009, com Robbie Rose(teclados) e Rodney Rockues (bateria).
Sarasota é uma linda cidade, e bastante cultural, e o número de brasileiros é bem menor do que no sul da Florida.
Vim para cá convidada por dois músicos brasileiros que acompanharam Erasmo Carlos na época da Jovem Guarda, e que vi em Aracaju, quando eu tinha 14 anos, em 1966, quando estiveram fazendo um show. Um deles, o Raul, conheci lá em Pompano Beach, e, atualmente êle tem uma rádio na internet que toca o meu CD: Vale a pena acessar www.radiopompanobeach.com . Embora êle passe toda a semana lá com a rádio, continua com residência aqui, onde passa todos os finais de semana com a esposa e a filha. Daí me apresentou o Régis, o outro "tremendão" que é um pianista e integra um quarteto de jazz juntamente dom três músicos americanos. Segundo fiquei sabendo, o Régis estava procurando uma cantora que também cantasse em português, e principalmente bossa nova, além de cantar jazz e blues. Então vim conhecê-lo e me apaixonei pela cidade. E aqui estou, já fiz alguns excelentes contatos musicais, o CD Leoa vendeu alguma cópias rapidinho, e em 09.10 último fiz um show privado, somente para sócios, em conjunto com Robbie Rose (teclados) e Rodney Rockues, no Longboat Key Club & Resort (primeira foto acima).
Na segunda feira fui ao Mattison's, convidada pelo Robbie Rose, para lá cantar duas músicas e ser apresentada à direção da casa e ao público que lá frequenta. O resultado foi muito bom, e depois conheci o Phillip Picciotti, um excelente cantor americano que canta música brasileira como brasileiro, tal é a paixão que tem pela nossa música. Também fala bem o português. Depois fomos ao Euphemia Haye, um lugar aconchegante ambiente intimista, onde estava Eddie Tobin, outro grande músico, cantor e pianista que trabalhou com o famoso ENGELBERT HUMPERDINCK . Fui apresentada ao Eddie Tobin pelo Phillip, que cantou com êle alguns hits do jazz, e depois fui convidada à cantar com êle algumas músicas, começando com a versão em inglês de Desafinado, e foi muito bom. É muito gratificante ver que aqui, mais do que no Brasil, a nossa música é apreciada como algo muito especial, tanto pelos músicos como pelo público. Sentí-me em "estado de graça" cantando ao lado daquele músico que por sua capacidade técnica e sensibilidade parecia conhecer tudo sobre mim, até as tonalidades das musicas que eu cantava não precisei lhe dizer. Estou muito feliz e grata à vida, à todos e à tudo, por estar vivendo tudo isto.
BOA MÚSICA PARA TOCAR OS CORAÇÕES EM BOCA RATON/FLORIDA
Estamos lá no Restaurante Açaí, eu, Gwendolyn Thompson e Juarez, também cantor, tecladista e violonista, oferecendo a música que sai do coração, para tocar os corações das pessoas que lá chegam, todas as sextas feiras e sábados, das 6:00 da noite às 10:00.
Tem sido uma experiência mais do que gratificante as noites em que lá tenho cantado.
É sim, meus caros, o Restaurante e Bar Açaí é um lugar bonito, aconchegante, de muito bom gosto, excelente culinária brasileira, mexicana e libanesa e música de primeira qualidade. Um Restaurante de brasileiros, com um nome bem brasileiro, mas bem procurado também por americanos, hispanos, enfim todos os que procuram estar em boa sintonia. Além da culinária brasileira, o restaurante serve pratos da culinária internacional.
A música também é o melhor da música popular brasileira, americana, hispana, italiana e francesa, por enquanto. O casal proprietário está empenhado em oferecer um serviço bem diferenciado, em todas as noites.
Fica aqui o convite para você que reside aqui no sul da Florida, bem como os seus amigos.
O endereço é: 23160 sandalfoot plaza drive Boca Raton/Fl 33428 (441 com Marina Blvd)- Phone: 561-482-1018 - www.acaigrill.com .
Foto:Divulgação Kleber, é um forrozeiro que vive no momento nos Estados Unidos, realizando seu trabalho, e agradando os americanos. Uma parceria com nordestinos vai trazê-lo a Aracaju para mostrar sua musicalidade.
KLEBER FORROZEIRO NO USA A amiga Gwendolyn Thompson, residindo nos Estados Unidos, respira música. Quando não é através do canto ou correndo atrás dos sonhos, divulga colegas. Ela nos falou muito do cantor Kleber, forrozeiro, inclusive reportando a sua vinda a Aracaju durante os festejos juninos. Não deu, pois o cantor lotou agenda em Pernambuco, em shows com Irah Caldeira, uma espécie de musa do forró na terra de Capiba. Gwendolyn relata que o sucesso foi tanto, que já surgiu uma parceria com Irah Caldeira para a produção do próximo CD do Kleber, e o produtor lá em Recife, Júnior, muito competente, que já está preparando tudo. Gwendolyn assevera que o Kleber, faz um forró de primeira qualidade, com um visual moderno, acontecendo nos Estados Unidos aqui, fazendo a diferença, com total harmonia. "O Kleber vai à Aracaju e eu estarei nesse intercâmbio, como uma ponte Recife/Aracaju/USA, visando também trazer sergipanos para a Terra do Tio Sam, assim que eu estiver com o meu espaço firmado, e é para isso que estou trabalhando, concluiu."
Estar totalmente entregue ao presente, é algo que estou aprendendo no meu cotidiano, como se estivesse tentando acertar o passo de uma dança, uma linda dança, para que os meus movimentos sejam cada vez mais sincrônicos, naturais, e suaves e dentro do ritmo. Esta dança é linda e se chama existência embaladas ao som de uma canção que se chama vida. E, ao tempo em que vou me envolvendo e o meu corpo se move no compasso e andamento desta canção, a minha alma vibra, e motiva-se a mostrar o seu canto, através da minha voz. Assim, a cada instante, numa perfeita interação, todo o meu ser se mostra novo, assim como o meu canto.
"Viver é afinar o instrumento, de dentro pra fora de fora pra dentro,
a toda hora a todo momento, de dentro pra fora, de fora pra dentro..."
Walter Franco, em Serra do luar.
Se assim não fosse não sentiria esta alegria em viver. O que torna mais bela a existência é o fato de que temos sempre algo novo para assimilar, aprender, e não temos o controle sobre o que este aprendizado nos reserva.
A minha história neste momento, como pessoa, mulher, e cantora é simplesmente fascinante pelo fato de saber que aqui estou, porque me deixei guiar pela minha intuição, e na certeza de que é aqui o meu lugar, observando os sinais, despida de qualquer expectativa para fazer a leitura certa dos sinais, continuando a me deixar guiar pelo Grande Maestro da Sinfonia Universal, presente em mim. Agora começo a ver o germinar das primeiras sementes aqui plantadas, e vislumbro uma linda estrada a seguir, com um sentimento de paz, serenidade, e auto confiança.
O meu canto está cada dia mais uníssono com o meu sentimento, com o desejo da minha alma, e com tudo o que faz parte do contexto, buscando assim viver a Unidade.
Sabe-se que não existe instrumento musical que seja tão perfeito quanto a voz. Mesmo a voz falada tem sua musicalidade, sua empostação, dependendo da emoção que se imprime, dependendo do sotaque, do idioma...enfim, a voz sempre emite uma melodia, mesmo que não percebamos isto. Assim, algumas fonoaudiólogas amigas me disseram que "a voz é o tato à distância". Grande verdade!
Então, muito mais do que qualquer forma de expressão, a voz tem um poder que transcende qualquer tentativa de mensuração neste sentido.
No meu entendimento, quando alguém usa a voz falada ou cantada, deve procurar estar conectada com o que exista de real, dentro de si, para que a energia emitida através da voz seja um instrumento para harmonizar a si próprio, e à quem ouve. A emoção verbalizada e cantada, tem que ser verdadeira, e embora possamos e devamos até exprimir os sentimentos de indignação, raiva, ou desgosto, tristeza, através da fala ou do canto, só há sentido se isto levar à uma espécie de "catarse" ou seja liberação, das situações de desconforto, rumo à um sentimento de alívio em prol da felicidade, através desta expressão. Todas estas emoções nos são inerentes, não as podemos negar, e não existe porque dizer que existam emoções negativas, se elas nos apontam para algo que é real, para que rumemos em busca do crescimento, da transformação.
E assim, como poderíamos limitar esta expressão? Num século, e num momento em que tomamos consciência de que devemos buscar um mundo sem fronteiras, e como diz Osho "O nacionalismo é uma praga", aliás tudo o que divide os homens, deve ser evitado, tudo o que busca a permanência da dualidade, ou separativismo, competitividade, tudo isto está com os dias contados, não caberá neste novo momento. A arte, a música não pode ter limitações de nenhuma natureza, porque é universal, como são universais os sentimentos.
No livro "Fronteiras da Inteligência" - A sabedoria da espiritualidade, de autoria do Rabino NiltonBonder, vemos que as empresas, e todos as entidades, e setores da sociedade, já estão buscando por pessoas que estejam conscientes e preparadas para serem o que a máquina não pode ser, ou seja; estejam mais preparadas para trabalhar e lidar com as dúvidas, do que com as certezas. No nosso tempo, sabemos que todo o conhecimento racional intelectual, toda a compreensão de informações podem estar contidas num robô que pode desempenhar tarefas até de gerenciamento. Tudo isto que o hemisfério esquerdo do nosso cérebro controla, a lógica, e que fomos estimulados a utilizar e desenvolver, é perfeitamente possível para um robô. E então que homem faz a diferença, para um novo mundo, uma nova era? Este homem é aquele que seja capaz de utilizar o hemisfério direito, o não lógico, o intuitivo, o da reverência, para buscar soluções que a lógica já não consegue dar. Cabe a cada um de nós buscar esta excelência, se quisermos conseguir emergir ao caos que nenhuma lógica consegue explicar. Entrar na dúvida e aprofundar na dúvida, com a capacidade de reverência, para "intuitivamente" com o que existe de verdadeiro dentro de nós, a nossa verdadeira identidade, podermos nos expressar sem conceitos preestabelecidos, sem fórmulas, sem premeditação, sem expectativas, e buscarmos, como meio, "ter" o que realmente se faz necessário como instrumento para transitarmos neste plano tridimensional, "sendo" o que de fato somos: seres espirituais, tendo experiências humanas, embora nem sempre lembremos disto. Assim o "ter" deixa de ser meta, para ser um meio. E agora transcrevo abaixo a letra de uma das duas únicas músicas que compus, que fluiu, partindo de uma inspiração de uma fonte, que pode ter sido da minha essência, do inconsciente coletivo, de algum ser ascencionado, um anjo...enfim, ainda não a gravei, e não sei se algum dia o farei, mais aí está a letra de:
UNIVERSO NA CANÇÃO
Oh, lua, me envolve e traz o meu canto
nesta melodia, dos sons do universo,
que inspiram harmonia.
Quero partir nas asas do amor
escutando o coração,
que canta suavemente e me leva
com o vento, ao encontro da emoção
de SERMOS TODOS UM,
dançando a mesma canção
da alegria e paz!
E assim, no infinito em plenitude,
sempre de mãos dadas,
iremos ser O ARCO ÍRIS DO AMOR.
Acreditem ou não se não caminharmos neste sentido, todos, e se a arte, principalmente a música não for nesta direção, levando ao caminho do "coração" da verdadeira identidade, nada do que for feito valerá à pena.
Há algum tempo disse que a música é a mais pura ressonância para o perfeito entendimento da vida, e acrescento agora que o canto é a expressão mais linda e poderosa dessa ressonância e entendimento.
Até mesmo os surdos têm a capacidade de sentirem a vibração sonora, e assim, dançam,
"Sem a música, a vida seria um erro, e aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música."
Participação especial com o Grupo "Agua Viva" em outubro de 2006 :
Concerto com a Orquestra Sinfônica de Sergipe, em 29.11.2006
Em casa com o violão, em fevereiro de 2007
Show "Intimo" , no Teimonde, em março de 2007
Show no Memorial da América Latina em São Paulo – 1994
Show Doce Intrepidez, em agosto de 1994
Apresentação em programa de televisão em 1993
Apresentação em programa de televisão em 1993
Gwendolyn Thompson nasceu 26/01/1952, em Salvador/Ba/Brasil, e começou sua incursão musical aos cinco anos de idade, cantando “Agora é cinzas”,e surpreendeu a todos pois cantava com uma afinação e ritmo impressionantes para uma criança daquela idade. Herança genética...? educação...? O certo é que Gwendolyn Thompson convive desde cedo com a arte de combinar os sons. Seus avós paternos eram músicos , e seu pai, percebendo os dotes de sua filha, matriculou-a numa escola de música, onde após algumas tentativas com alguns instrumentos, resolveu fixar-se no canto, já na adolescência. Aos 18 anos, quando casou, abandonou os estudos musicais, e só voltou aos 34 anos, por volta de 1986, com o Grupo Cataluzes, como backing vocal, e depois, em 1988, de uma forma bem despretensiosa, cantando em bares, juntamente com amigos que, em 1991, integraram o Grupo Memórias, que fez bastante sucesso com um repertório anos 60. Era então bancária por 17 anos, e não viu outra alternativa senão a de exercer paralelamente a atividade musical.. Por alguns meses, neste período deixou o grupo Memórias para integrar o Grupo Aquárius, hoje Água Viva. Em 1994 foi selecionada para o Projeto BANCO DE TALENTOS, da FEBRABAN, que reunia artistas bancários. A seleção dos músicos foi feita pelos maestros; Klaus Petersen, Julio Medalha e Nelson Ayres que dirigiu a apresentação,no MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA em São Paulo, e a gravação do CD do Projeto, com a música “Love of my life”, lançado no ano seguinte, também no mesmo Memorial. Em 1996, vendo-se e reconhecendo-se mais como intérprete do que bancária, aderiu ao programa de demissão voluntária para dedicar-se exclusivamente à musica, sua real vocação. Nesse mesmo ano apresentou-se no Bar Canoas do HOTEL MERIDIEN, em Salvador, com o show “Novo Tempo”.Em 1997 participou do projeto 6 e meia, abrindo o show do cantor Flávio Venturini no Teatro Atheneu e iniciou a gravação do seu CD “LEOA”, pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, e o concluiu em 2003, voltando então para Aracaju para seu lançamento, depois de 5 anos de ausência, pois exerceu sua atividade musical em Salvador e Maceió no período compreendido entre 1999 e 2003. Em Salvador fez vários shows do PROJETO PELOURINHO DIA E NOITE. O lançamento do CD, em Aracaju, ocorreu em julho de 2004, e teve todas as cópias vendidas. Nos últimos fez vários shows em Aracaju, com a Orquestra Sinfônica do Estado de Sergipe, Big Band "Sergipe Jazz", Grupo "Agua Viva", Projeto "MPB Petrobrás" e em vários bares e casas de shows de Aracaju e em todo o Estado de Sergipe. É uma brilhante intérprete e canta em varios idiomas, nos estilos de bossa nova e samba, rock clássico, pop baladas, blues, jazz e outros. De todos estes estilos, sua melhor performance é em bossa nova, jazz e blues.Agora ela está procurando por um espaço nos Estados Unidos, para mostrar o seu talento, especialmente em Deerfield Beach, Florida, onde vive, como uma cidadã americana, pois seu pai era americano. Na verdade, GWENDOLYN THOMPSON, sente-se cidadã do mundo, e para ela “música é a mais pura ressonância para o perfeito entendimento da vida”, e vive hoje com intensidade esta ressonância, por uma escolha do seu coração._________________________________________________________________GWENDOLYN GWENDOLYN THOMPSON was born in 01 / 26/ 1952, in Salvador/Bahia/Brazil, started his musical incursion when was five years old, singing a Brazilian song called “Agora é cinzas”, and surprised all, because she sung correctly, on key, and a perfect sense of rhythm, despite being a child. Maybe it was because her genetic inheritance or educations but certainly Gwendolyn Thompson was combining the sounds so early. Their grandparents were musicians, and his father, realizing her daughter, attended music school, first studying to play some instruments, but Gwendolyn just wanted to sing. She got married when she was 18 years old, and so stopped her musical studies. In 1974 she started to work in a bank. Later, in 1986, she was 34, and she started her professional career singing in a Brazilian group called “Cataluzes”, as backing vocal still working in a bank. Then, in 1986 she sang in bars, and in 1991, joined the “Memórias group” which has successfully singing 60’s songs. In 1994 she left “Memórias group” to join “Aquarius group” for some months, then returned to join “Memórias group” and was selected to sing in “Talents bank” in “Latin America Memorial” in São Paulo city, in Brazil. The musicians selection was made by three famous conductors; Klaus Petersen, Julio Medalha and Nelson Ayres, and in 1995 she recorded a track in a CD from the same project singing “Love of my life” by Freddie Mercury. In 1996 she left the bank career because she felt she wants to be just a singer. In the same year appeared in a show called “Novo Tempo” ( New time) at the “Canoas Bar” from Meridien Hotel in Salvador. In 1997 she sang in the fist part of Flavio Venturini’s show in “Atheneu Theater” and started recording your CD “ Leoa ”, and concluded it in 2003, returning then to Aracaju, after 5 years in Salvador and Maceió between 1999 and 2003. She made several shows in Salvador to the Project called “Pelourinho dia e noite”. The CD show occurred in July/2004, and all the copies are sold now. Last years, she made several shows in Aracaju, with the “Symphony Orchestra of Sergipe” and Big Band "Sergipe Jazz", “Água Viva group", “MPB Petrobrás" and many bars and theaters from Aracaju, and through all the State of Sergipe, from Brazil. She is a brilliant song interpreter and sings in other languages, in several styles, like: bossa nova and Samba, classic rock, pop ballads, jazz, blues and others, but her best performance is Bossa Nova, jazz and blues. Now she is looking for a space to show her talent in this country, where she lives as an American citizen too, because her father was American. Gwendolyn Thompson, feels she is an world citizen and always Sais: “ Music is a pure resonance for the perfect understanding of life ”, and she live this pure resonance by a choice of her heart.
www.myspace.com/gwenmay
Uma mulher sensível,que ama a musica, a família e os amigos, e sobretudo a vida, tendo enfim o amor como motivação maior para tudo.
O boi e o burro descansavam
em dezembro, em Belém
na sua pobre estrebaria
pobrezinha sem ninguém
foi quando uma estrela
dali se aproximou, e brilhando muito
tudo iluminou.
O boi e o burro começaram
então a compreender
que alguma coisa muito estranha
estava para acontecer
pois as flores perfumavam mais
o sol era mais claro
e havia muita paz
Morar na estrada, e em Belém
repicava alegre o sino,
na pobre estrebaria nascia Jesus menino,
junto ao boi e ao burro de Belém.